Jornalismo Online

Reportagens desenvolvidas pelos estudantes do curso de Jornalismo da UCDB.





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quinta-feira, 25 de março de 2010

Projeto Escola Viva

Projeto Escola Viva, adaptado nas escolas municipais da Capital para poder desenvolver atividades tanto para os moradores quanto para os alunos, o objetivo é ajudar os alunos dentro da sala de aula, e a comunidade do bairro Vila Carvalho também é beneficiada.

Com brincadeiras, esporte, cultura, lazer, educação e formação inicial para o trabalho, os alunos e moradores que vivem em volta do colégio municipal Alcídio Pimentel esperam ansiosamente os finais de semana, isto ocorre por causa do projeto Escola Viva, que atende todos os finais de semana cerca de 150 pessoas.


O projeto existe desde 2005, Porto Alegre e Bahia foram as primeiras capitais do Brasil a receber o projeto, que foi trazida pela UNESCO em pareceria com o ministério da educação, e hoje 48 escolas em Campo Grande estão participando da Escola Viva.


Tanto os alunos quanto os moradores não pagam nada para participar. Comunidades próximas ao bairro também, podem participar do projeto. Os portões ficam abertos para todos. Cursos como computação, pinturas de telas, danças e entre outros são oferecidos dentro da escola , e os moradores podem escolher cursos a serem dados também. “O projeto visa no desenvolvimento de todos, tanto para os alunos quanto para a comunidade”. Diz Ghandy Wimkler, coordenador do projeto nas escolas da capital.


Leonardo Cabral

Educação bairro Vila Carvalho
























































Reivindicação

Ao se referir de sua saída do bairro Vila Carvalho, Carmem se direciona na falta de um colégio com ensino médio para a comunidade. Após o termino do ensino fundamental, muitos jovens tem que se deslocar para o bairro mais próximo da região, para poder concluir seus estudos. A Secretaria de Educação Estadual do estado de Mato Grosso do Sul, foi procurada para falar a respeito do assunto, mas a assessoria de imprensa não quis comentar.

De acordo com assessoria, as escolas da rede municipal de ensino oferecem apenas o ensino fundamental, e quando necessário, e o número de alunos é suficiente, a rede municipal em período noturno instala salas de ensino médio para os alunos. Mas isto ocorre quando há uma recomendação tanto da parte pedagógica da instituição quanto da cobrança por parte da própria comunidade. Hoje só na Capital existem 81 escolas Municipais, algumas com ensino médio, e 87 escolas Estaduais.


Nilda Fernandes

Participação da comunidade

E não é só isso que a escola faz, o lema “Formada Para Atender a Comunidade”, não é só no nome não. A comunidade tem participação ativa nas atividades escolares juntamente com os alunos. Nos finais de semana a escola não fecha seus portões, a comunidade tem um projeto criado para atendê-los em todos os sentidos. A escola adotou a “Escola viva”, onde o esporte, educação, cultura, saúde e diversão estão para o bem do cidadão. Series de eventos são criados para que a comunidade possa estar integrando seus preceitos juntos com o colégio, na educação das crianças.
“ morei a dezessete anos no bairro, estudei desde criança no Alcídio Pimentel, tenho saudades de minha época escolar, mas vejo que houve muitas mudanças, e para melhor, sai do bairro porque tive que terminar meus estudos e graças a Deus hoje tenho meu emprego, isso se deve a educação que recebi dentro do colégio” relata a empregada doméstica Carmem Aparecida.


Haryon Caetano

Educação Escola Municipal Prof° Alcidio Pimentel

Educação

Como todos sabem a educação, sempre vem sendo o centro das atenções, em muitas reportagens mostradas em qualquer veiculo de comunicação, seja em elogios, ou como muitas vezes, em criticas. Realmente o que todos nós sabemos, para um país crescer, é necessário que se invista em educação.

Os moradores do bairro Vila Carvalho, um dos bairros mais antigos de Campo grande, localizado quase no região central, fazem a diferença quando o assunto é educação. A escola Municipal de Ensino Fundamental Prof° Alcídio Pimentel,é a única escola pública existente para poder atender a população da região.

Inaugurada no ano de 1979 contava com doze salas de aula, destinadas ao ensino de primeiro Grau de 1° a 8° série. Hoje com 11 salas de aula, 600 alunos e mais de 30 professores totalmente capacitados para atender, não só os alunos, como também toda a comunidade do bairro, quem assume a direção da escola é Rosilene Oliveira Ireneu de Souza, que assumiu no ano de 2008.
A diretora revela que até 2013 a escola teria que atingir uma média para a avaliação dos alunos imposta pelo INEP ( Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas), meta que foi atingida neste ano, e isto é uma recompensa para ela, já que os alunos estão aceitando o método de ensino adotado pelo colégio. Resultados positivos vêm aparecendo a cada dia. A cada uma sexta feira do mês a escola organiza uma olimpíada de matemática envolvendo jogos, brincadeiras, entre outros métodos adotados pelo colégio. É realizado até mesmo um bingo com os alunos, envolvendo a matemática, onde eles são recompensados com o aprendizado, diferente e agradável ao mesmo tempo.
Sistema monetário envolve dinheiro e dinheiro lembra números, números a tão temida matemática, “adotei este diferencial nas minhas aulas, porque acredito que eles se envolvam mais. Divido o dinheiro e entrego para eles, ao mesmo tempo aprendem a contar e saber quanto vale cada item que coloco a venda , ensino de forma em que os alunos aprendem a diferenciar as notas, já que o dinheiro faz parte do nosso dia a dia”, diz a professora Alessandra Pereira.
E não para por ai, os alunos aprovam o diferencial feito pelo educandário, Silas Nakano é estudante da 3° série do ensino fundamental, e diz que é de extrema importância este método de ensino. “ Além de tornar as aulas mais agradáveis, valoriza bem o desenvolvimento do nosso raciocínio, desde que comecei eu e meus colegas aprendemos muito mais, não só com a matemática, mas também nas outras disciplinas”.
Na língua portuguesa o colégio utiliza sua biblioteca para incentivar a leitura e interpretação de texto para os alunos, o projeto criado pela professora Patrícia Guimarães de Morais, faz com que os alunos levem os livros que eles gostarem para suas casas,e leiam, no final não é cobrado nem um tipo de resenha do que foi lido. Na opinião da professora, pressionar o aluno para ler é errado, o que tem que acontecer é o aluno se interessar pelo assunto escolhido por ele mesmo, e deixa-lo viajar na leitura. “Acredito que desta forma eles se interessem pela leitura, e não só guardam para eles o que foi lido, como indicam o livro para seus colegas de classe” relata a professora.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Repórter Em Foco Entrevista

Para conhecer melhor o serviço e a praticidade das creches a mãe e psicóloga Mônica Lima Paniago, conta sua experiência por deixar seu filho em creches durante seu expediente e explica os benefícios que as crianças possuem por frenquentarem esse ambiente.

Repórter Em Foco: Com quantos anos é aconselhável que a criança seja deixada na creche?
Mônica: Nos dias atuais, é muito comum que o pai e a mãe trabalhem fora e precisem deixar os filhos, ainda que com pouca idade, na escola ou creche. Acredito que o ideal seria que a criança fosse para creche por volta dos três anos de idade, pois nesta fase ela provavelmente já não está mais sendo amamentada, e isto facilitaria a separação entre mãe e filho/a. A criança então começaria a conviver com outras crianças, e isto auxiliaria em sua socialização o que é muito para o seu desenvolvimento.

Repórter Em Foco: Quais os benefícios da criança que frequenta a creche desde cedo e no que pode prejudicar?
Mônica: Um dos pontos positivos, já ressaltado anteriormente, é que a criança começa a conviver com outras, aprende a dividir, brincar e ter um espaço diferente daquele de casa. Quanto mais os pais estiverem tranquilos em relação a esta “separação” mais a criança se sentirá segura para vivenciar esta nova experiência. Mas se ocorrer o contrário e os pais sentirem-se culpados, a criança pode apresentar insegurança e provavelmente terá mais dificuldades em se adaptar.

Repórter Em Foco: Como a mãe deve conciliar seu trabalho com os cuidados maternos?
Mônica: Cada caso é um caso. O mais importante é que a mãe esteja segura de que está fazendo o melhor para seu filho. Se a criança é muito pequena e ainda está sendo amamentada, a mãe deve lembrar-se de que esta fase da amamentação é fundamental para o desenvolvimento do filho. Quando os pais trabalham o dia inteiro, é importante que a criança conte com a presença da mãe/pai sempre que possível em horários definidos. Por isso deve haver uma maior flexibilidade de horário para quem possui filhos em creches.

Repórter Em Foco: Como a mãe deve lidar com um sentimento de culpa de deixar seu filho na creche?
Mônica: Cada mulher deve olhar para si mesma e se perguntar o que nisto a incomoda, pois para cada uma há algo diferente a ser questionado.

Repórter Em Foco: Como é a adaptação da criança na creche?
Mônica: Varia de criança para criança. Cada uma apresenta um tipo de reação, dependendo de sua personalidade e de sua forma de se relacionar com os outros e com o mundo ao seu redor.

Repórter Em Foco: Qual a diferença que as mães devem adotar no comportamento com o filho a partir do momento que decidem colocá-lo em uma creche?
Mônica: A opção de deixar o filho na escola ou creche pode realmente provocar sentimentos de culpa na mãe. Esta decisão não significa um abandono. Portanto, a mãe deve procurar se sentir segura e tranqüila, e deve buscar fortalecer ainda mais sua presença nos momentos em que estiver junto ao filho oferecendo-lhes amor e carinho na dose certa.

Repórter Em Foco: Quando você se envolve de mais em trabalhos domésticos e a profissão é comum que não encontre tempo para cuidar de si mesma. Qual a importância de reservar um tempo só para você?
Mônica: Isto é fundamental, pois ter tempo para cuidar de si mesma fortalece a auto-estima, faz com a pessoa se sinta melhor consigo mesma e com os outros.

Entrevista postada pelas acadêmicas:
Gabriela Lopes Paniago

Tranquilidade durante expediente

As imagens a seguir mostrarão as crianças realizando as atividades oferecidas pela creche, e a estrutura em que elas são abrigadas durante a ausência dos pais.


Berçário





Maternal




Nível I



Nível II



Nível III





Galeria postada pela acadêmica:
Teresa de Barros

O sossego da mamãe

Mães e profissionais de sucesso. É comum atualmente nos deparar com mães com bebês ou em idade pré-escolar que trabalham fora de casa. As necessidades familiares e segurança financeira estão cada vez mais aliadas no contexto do dia a dia e, para conciliar as duas obrigações, as creches são as melhores opções fornecendo educação consistente ao cuidar das crianças.

Segundo o ginecologista Maurício Lima, uma mãe precisa de seis a oito semanas em casa após o nascimento de seu bebê para recuperar-se fisicamente do parto e começar o processo de amamentação. É aconselhável então, que o exercício das funções profissionais seja iniciado quando o filho completa dois anos de idade, pois nesse período, a criança já terá criado a independência dos cuidados maternos individuais, sendo assim, mais fácil para adaptar-se.

Alguns locais de trabalho oferecem o benefício da creche para suas funcionárias. É o caso do Centro Educacional Infantil São Domingo Sávio localizada dentro da Universidade Católica Dom Bosco (confira a matéria Creche na Universidade). Mantida pela Instituição, o CEI oferece vagas gratuitas tanto para os funcionários quanto para os acadêmicos, no horário de aula. Sendo assim, o fator mais importante na escolha de uma creche é encontrar uma instituição responsável que entenda as necessidades emocionais das crianças e aplique métodos eficazes de disciplina.

Ser mãe e trabalhar fora de casa pode ser difícil e estressante, as creches dão o suporte necessário para que a mulher tenha também uma carreira profissional, contudo, ela não substitui o papel materno fundamental na criação do filho. Cabe à creche oferecer educação e cuidados básicos e a progenitora deve acompanhar o crescimento do bebê proporcionando condições saudáveis e humanas em seu desenvolvimento.

As mães modernas que lidam com esse tipo de responsabilidade, provam diariamente que é possível dar conta de todas as funções. “Como estudo de manhã e trabalho no período da tarde, busco maneiras criativas para enfrentar a rotina”, comenta Thierre Mônaco que deixa sua filha Manuela na creche Santa Fé da Igreja Sagrado Coração de Jesus todos os dias.

Não há evidências de que a criança pequena que freqüenta creches tenha transtornos psicológicos ou dificuldades no desenvolvimento. Segundo a pedagoga Edivânia Rosária, o retorno da mãe ao trabalho não causa dano ao filho. “Independência, responsabilidade e maturidade são alguns benefícios para a criança que fica na creche”, completa Edivânia.

Matéria postada pelas acadêmicas:
Gabriela Lopes Paniago
Laura Peres Santi

Creche na Universidade

O vídeo é referente a uma matéria feita sobre o Centro de Educação Infantil São Domingo Sávio, localizada na Universidade Católica Dom Bosco. O registro fala sobre o funcionamento do CEI e relata a rotina que as crianças vivenciam enquanto seus pais trabalham ou estudam.



video


Vídeo postado pela acadêmica:
Laura Peres Santi